Metodologia

A Ciência por trás da Estratégia

Entenda como a SondaIntel transforma dados de sondagem em inteligência acionável para comunicação política.

Análise Dual SondaIntel

Sondagens tradicionais fazem perguntas diretas e obtêm respostas racionais. Mas eleitores nem sempre dizem o que realmente sentem. A Análise Dual SondaIntel resolve isso com um método de duas camadas.

Camada Supraliminar

Perguntas de avaliação consciente, em escala de 1 a 5 (péssimo a ótimo). Capturam a percepção racional do eleitor sobre cada área temática.

“Como você avalia a saúde pública na sua cidade?”

1 = Péssimo, 5 = Ótimo

Camada Subliminar

Perguntas sobre experiência vivida, com resposta sim/não. Capturam a realidade concreta do eleitor — o que realmente aconteceu.

“Você ou alguém da sua família teve dificuldade para conseguir atendimento médico?”

Sim / Não

O que a Análise Dual revela

O cruzamento sistemático dessas duas camadas revela contradições invisíveis para sondagens tradicionais. Um eleitor pode avaliar a saúde como “boa” mas relatar dificuldade real para conseguir atendimento — essa dissonância é exatamente onde reside a oportunidade estratégica.

A SondaIntel classifica automaticamente cada área temática em um diagnóstico estratégico com recomendações de comunicação específicas — orientando o candidato sobre o que falar, como falar e para quem falar em cada tema.

Os 3 Blocos do Eleitorado

Todo eleitor é classificado em exatamente 1 bloco, baseado na intenção de voto. Cada bloco exige uma abordagem estratégica completamente diferente.

Apoiadores

Manutenção + Mobilização

Critério: Votaria no contratante

Proteger a base contra erosão, ativar como multiplicadores. Cada apoiador ativo influencia de 3 a 20 pessoas no seu círculo social.

Opositores

Diferenciação + Fragmentação

Critério: Votaria em qualquer adversário

Não tente converter opositores — fragmente a oposição. Se 3 adversários dividem os opositores, eles se enfraquecem mutuamente. Foque em diferenciação narrativa.

Persuadíveis

Conquista + Conversão direcionada

Critério: Respondeu "Não Sabe" ou "Nenhum Deles"

O campo de batalha da eleição. Divididos em dois perfis com psicologias opostas: "Não Sabe" (baixo envolvimento — precisa de presença e informação) e "Nenhum Deles" (alto envolvimento — precisa de proposta e diferenciação).

Os Dois Perfis de Persuadíveis

Baseado na teoria de Rossiter-Percy, cada perfil de persuadível exige estratégia, tom e canais completamente diferentes.

PERFIL 1

“Não Sabe”

Baixo envolvimento — indefinição cognitiva

ESTRATÉGIA

PRESENÇA: visibilidade, corpo-a-corpo, informação básica

CANAIS PRIORITÁRIOS

WhatsApp, rádio, TV, outdoor

TOM

Simples, acolhedor, repetitivo. Ancorar presença na memória.

PERFIL 2

“Nenhum Deles”

Alto envolvimento — rejeição ativa de todos

ESTRATÉGIA

PROPOSTA: diferenciação, narrativa de ruptura, escuta ativa

CANAIS PRIORITÁRIOS

Redes sociais, debates, eventos, podcasts

TOM

Profundo, propositivo, diferenciador. Mostrar que é diferente dos demais.

Bases Científicas

A metodologia SondaIntel é fundamentada em três pilares da ciência comportamental e da comunicação política.

Modelo RAS de Zaller

Eleitores não têm opiniões políticas estáveis — respondem com base nas considerações mais acessíveis na memória no momento da pergunta. Comunicação repetida e consistente ancora novas considerações, mudando progressivamente a resposta do eleitor.

Grid de Rossiter-Percy

Mensagens de comunicação devem ser adaptadas ao nível de envolvimento do receptor. Baixo envolvimento exige presença e repetição. Alto envolvimento exige argumento e diferenciação. A SondaIntel classifica os persuadíveis nessas duas dimensões para orientar a estratégia.

Two-Step Flow de Lazarsfeld

A comunicação política não é direta — passa por líderes de opinião (apoiadores ativos, líderes religiosos, líderes comunitários) que filtram, interpretam e retransmitem a mensagem. Cada líder de opinião influencia de 3 a 20 pessoas no seu círculo, amplificando exponencialmente o alcance.

Comunicação Segmentada por Geração

Cada geração consome informação, toma decisões políticas e responde a mensagens de formas completamente diferentes. Falar com um jovem de 20 anos da mesma forma que com um eleitor de 60 não funciona.

Canais e tom adaptados

O relatório indica os canais prioritários e o tom de comunicação ideal para cada faixa geracional — desde redes sociais até corpo-a-corpo, cada segmento recebe orientação específica.

Dores e prioridades

Identificamos as preocupações prioritárias de cada geração e cruzamos com a Análise Dual para orientar o que falar para cada público — com mensagens de precisão cirúrgica.

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